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Manual Iniciático de Estudos Maçónicos - Filosofia Viva da Arte Real

Descrição

📖 Manual Iniciático de Estudos Maçónicos
🕯️ Filosofia Viva da Arte Real

A maçonaria é menos um segredo e mais um silêncio.
Menos um conjunto de símbolos para decorar…
e mais um caminho de construção interior.

Este manual não explica templos externos — ensina a edificar o templo dentro de nós.
Com linguagem clara, profunda e humanista, a obra apresenta:

🔹 A origem simbólica do Templo
🔹 O sentido das ferramentas do Aprendiz, Companheiro e Mestre
🔹 A psicologia do ego no mito de Hiram
🔹 A ética da transformação silenciosa
🔹 Métodos de estudo, reflexões espirituais e exercícios práticos

Não é um livro sobre “segredos”, mas sobre virtude aplicada, disciplina moral e autoconhecimento — fundamentos reais da Arte Real.

📚 Indicado para:

  • Estudantes de filosofia iniciática
  • Interessados em simbolismo e ética aplicada
  • Maçons e não-maçons que buscam compreender o sentido espiritual da construção interior

🜁 Uma obra para quem sabe que o verdadeiro trabalho acontece longe dos olhos — e perto da consciência.


O que é a Maçonaria?

A Maçonaria é uma escola de formação humana que utiliza símbolos e rituais como linguagem de autoconhecimento, ética e aperfeiçoamento interior.
Não é religião, embora trate do sagrado;
não é filosofia, embora ame a sabedoria;
não é política, embora forme cidadãos responsáveis;
e não é um grupo de “eleitos”, mas de trabalhadores da própria consciência.

🏛 Origem e Evolução Histórica

As raízes históricas da maçonaria remontam às guildas medievais de pedreiros operativos, que construíam catedrais e castelos entre os séculos XII e XV. Esses artesãos guardavam técnicas de construção, mas também uma visão espiritual da arquitetura: acreditavam que levantar uma catedral era erguer a alma do mundo, e que a pedra bruta, quando lapidada, simbolizava a transformação humana.

Com o declínio das grandes construções na Europa e a ascensão da ciência e do humanismo, essas guildas passaram a receber membros que não eram artesãos de pedra, mas intelectuais, filósofos, cientistas e pensadores interessados na visão simbólica do ofício. Nesse período, entre os séculos XVII e XVIII, nasce a maçonaria especulativa, que substitui a construção de templos físicos por templo moral da consciência.

O marco dessa transição é a publicação das Constituições de Anderson (1723), documento que organiza a maçonaria moderna, defende a liberdade de consciência, a tolerância religiosa, a fraternidade e a construção ética da sociedade. Com esse movimento, a maçonaria torna-se uma instituição filosófica, simbólica e humanista dedicada à formação do caráter.

🜁 O Templo Interior

A partir daí, as ferramentas do pedreiro tornam-se metáforas:

  • O Compasso delimita nossos desejos e ego.
  • O Esquadro orienta a retidão das nossas ações.
  • O Maço representa a vontade de transformar.
  • O Cinzel simboliza a disciplina intelectual e moral.
  • A Pedra Bruta é o próprio ser humano antes de se trabalhar.

O seu objetivo não é criar pessoas “especialmente iluminadas”, mas homens e mulheres capazes de servir à sociedade com dignidade, moderação, liberdade de pensamento e fidelidade à verdade.
A Maçonaria não promete segredos; exige responsabilidade.
Não busca seguidores; exige trabalhadores.
Não oferece privilégios; propõe silêncio, estudo e transformação.

✦ Em essência

A Maçonaria é a arte de construir a si mesmo.
Uma educação simbólica que busca formar seres humanos livres, justos e conscientes — capazes de fazer do mundo um lugar mais humano.

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